19 de mai de 2011

Enem - algumas regras

Desde que o Enem começou a ser aplicado em 1998, os alunos são obrigados a desligar seus celulares. Dessa vez, além de desligar o aparelho, os candidatos terão que colocar o celular e outros pertences em um saco plástico que será lacrado.

No ano passado o celular foi o alvo de uma das polêmicas que envolveram o Enem. Um jornalista que estava fazendo a prova mandou uma mensagem para o Twitter, um micro blog, usando o aparelho durante o exame do primeiro dia.

Lápis e borracha, que foram proibidos na última edição sob muito protesto, continuarão não sendo permitidos. Segundo Malvina, alguns estudantes usam esses materiais de maneira indevida e por isso eles não poderão ser utilizados

Tempo

Relógios também entram na lista dos itens que continuam proibidos. Ano passado muitos alunos reclamaram que não tinha relógio na sala onde a prova era aplicada e por isso perdiam a noção do tempo.Entretanto, nesta edição cada sala receberá um cronômetro para auxiliar os alunos.

Também não é previsto que os alunos tenham um tempo a mais para conferir se a prova está impressa corretamente, como o ministro Fernando Haddad havia comentado. Malvina disse que conferir a prova antes de começar a responder às questões é uma “regra básica”.

Mesmo assim ela disse que o edital vai trazer uma recomendação explícita para que os candidatos não se esqueçam de checar a prova antes. Em 2010, cerca de 20 mil provas do caderno amarelo foram mal impressas, quase metade não foi substituída.

O Enem teve que ser reaplicado para cerca de 9.500 pessoas, 5.000 não refizeram o exame. Além disso, todas as provas tinham erro no cartão de resposta. Onde devia se responder às questões de "ciências humanas" estava indicado que eram as de "ciências da natureza" e vice-versa.

Vista de prova

Outro grande problema do Enem 2010 só veio à tona durante as inscrições para o Sisu. Alunos reclamavam que as notas de suas redações ou de alguma das provas tinham sido anuladas e exigiram ter acesso à prova. Os escritórios do Ministério Público Federal de diversos Estados entraram com ações contra o MEC. Mas todas foram derrubadas.

A presidente do Inep disse que neste ano ainda não será permitido que os alunos que tiverem dúvidas quanto ao resultado peçam para ver a prova e para que a correção seja revista. Segundo ela, algumas medidas foram adotadas nesse processo.

A presidente usou como exemplo a correção da redação. Ela explicou que serão dois examinadores que não podem se conhecer, se a nota dada por eles diferir uma da outra em mais de 300 pontos, um terceiro examinador será chamado e a nota dele será a válida.

Malvina informou que essa medida já está sendo adotada e que algumas das representações do MPF aceitaram esse processo como “revisão de nota”.

professor maluco

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